UNA NUOVA ZELANDA PER NOI —CON DEI FIORI GRATTACELO–E UN NUOVO SPORT CHE SUGGERISCE A NOI VECCHIETTINI…

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Risultati immagini per nuova zelanda carta geografica per vedere dov'è?ci credete a questi fiori? Io no, ma questa —miei più belli che brutti —è la Nuova Zelanda!

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come vedete, la Neozelandia risulta a destra, guardando da questa faccia, dell’Australia

 

 

traduzione dal portoghese che, a sua volta,  ha tradotto dall’inglese::di chiara—il blog è di bruno siffredi, mio cugino primo, figlio di una fratello di mia madre.

facebook, bruno siffredi—che  credo, è appena diventato papà

https://www.facebook.com/bruno.siffredi

tra i più anziani neozelandesi è diventato il nuovo hobby costruirsi personalmente la cassa da morto, unica attività che li toglie dalla solitudine così costante tra i vecchi specialmente oggigiorno perché –tra una generazione e l’altra è passato un secolo —figurarsi i famosi nonni tutti-uso! The Guardian, credo un famoso giornale inglese o americano, riferisce che nel club della cassa-da-morto—che si chiama là- “Kiwi Coffin Club”—più gentile—le persone soffrono meno la solitudine ” perché si sentono utili “.  Poi tra loro prendono il thè, a volte mangiano insieme, si abbracciano e ridono…

 

 

 

Novo hobby dos idosos neozelandeses é construir o próprio caixão

Do UOL, em São Paulo

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  • Reprodução/Guardian

    Idoso "experimenta" tamanho de seu caixão revestido de papel jornalIdoso “experimenta” tamanho de seu caixão revestido de papel jornal

Alguns idosos neozelandeses adotaram um passatempo meio mórbido para combater a solidão da terceira idade. Nada de tricô, crochê ou dominó com os amigos na praça. Esses velhinhos se reúnem periodicamente para conversar e dar risada enquanto constroem seus próprios caixões.

A ideia surgiu com a enfermeira Katie Williams, 77, em 2010, e se espalhou por todo o país. Agora, várias cidades da Nova Zelândia contam com seu próprio “clube de caixões”.

“Já vi muita gente morrer e fui a muitos funerais que não tinham nada a ver com a vibração em vida das pessoas. O funeral não mostrava quem elas foram realmente. Tive um sentimento profundo que, na hora da morte, as pessoas merecem uma despedida mais pessoal”, contou Katie ao jornal britânico “The Guardian“.

Assim, ela montou seu grupo em sua garagem, sem ferramentas, voluntários e, também, sem saber construir um caixão. Um marceneiro do bairro que a ajudou no começo. Aos poucos os membros do “Kiwi Coffin Club” foram aprendendo o ofício e construindo caixões até mesmo para doação.

“Há muita solidão entre os idosos, mas no ‘clube do caixão’ as pessoas sentem-se úteis. Além disso, tomamos chá, almoçamos, ouvimos música, nos abraçamos e nos divertimos”, disse Katie.

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